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Teaser

Vídeo teaser de PREGUNTAME COMO!. Espalhe por favor.

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Em montagem

A galeria já está cheia de obras que, aos poucos, estão subindo para as paredes. Aqui estão

algumas imagens para aumentar a curiosidade.

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Paul Loubet trabalhando na LOGO

Confiram algumas fotos do francês Paul Loubet desenhando sobre madeira e, depois, pintando suas esculturas para PREGUNTAME COMO!. Elas fazem parte de uma instalação, que envolve também grandes peças serigrafadas. Fotos por Pex e Tristan.

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PREGUNTAME COMO!

Uma exposição coletiva internacional que une pela primeira vez alguns dos mais relevantes protagonistas estrangeiros e locais da arte contemporânea de Buenos Aires. O curador Tristan Rault propõe uma conexão antes humana do que pictórica para apresentar artistas de diferentes formações e gerações.

A nova exposição da galeria LOGO tem como nome, em castelhano, PREGUNTAME COMO! (pergunte-me como!), uma afirmação que provavelmente você já viu estampada em adesivos e bottons, acompanhada de promessas duvidosas como “emagreça agora” e “pare de fumar”. É a face mais visível das estratégias de marketing piramidais empregadas por empresas que, apesar de titânicas, se valem do fator humano para criar micro-sistemas e gerar macro-negócios. Fragmentado e re-contextualizado, o slogan PREGUNTAME COMO! abre espaço para diferentes interpretações, mas segue apelando para a comunicação direta, no nível pessoal.

“Existe uma necessidade de conexão humana nos bastidores da arte, presente nos artistas que buscam conhecer outros artistas, nos galeristas que os representam e nos colecionadores que compram suas obras. Uma relação fundamental para pensar produções artísticas que podem até aparentar desconexas visualmente, mas emergem de um mesmo eixo humano”, explica o curador Tristan Rault.

PREGUNTAME COMO! conta com mais de 160 obras em diferentes técnicas, tamanhos e suportes, incluindo instalações. Entre elas estão pequenas e obscuras pinturas a óleo, desenhos em grafite sobre papel com quase 3m de altura e uma composição monumental de 54 pinturas sobre serigrafia. Entre os sete convidados, nomes reconhecidos internacionalmente, como América Sanchez, que tem obras no acervo do MoMA em Nova York. Mas também figuram artistas que ainda estão fora do radar do mundo da arte, como o taiwanês Lin Yi-Hsuan, cuja pintura pode ser vista na capa do novo trabalho da banda independente de folktronica Los Hnos Turdera, se você conseguir encontrar o disco.

A exposição forma um círculo onde cada artista conhece pelo menos um dos outros artistas pessoalmente. São criadores visuais que convergiram em Buenos Aires ou se espalharam pelo mundo a partir de lá, todos eles de origens, idades e com produções distintas. Mesmo apresentando projetos independentes, o simples fato de existirem laços entre os participantes dessa coletiva levanta questões sobre as relações pessoais no mundo da arte, assim como sobre as afinidades estéticas entre eles.